Meiga flor! que brotando de teu rústico caule,
Hesitante desabrochas (pois de modo estranho,
Este escuro mês pesado e rouco, que nos faz bater os dentes,
Emprestou a voz de Zéfiro e contemplou-te
Com libidinosos olhos azuis), ai de ti, pobre flor!

Samuel Taylor Coleridge


Uma flor sem cuidados,
tem suas pétalas levadas pelo vento,
mas ainda assim enche de perfume um coração entristecido!